Campanha Salarial

CS 2026: começam as negociações na Auren Cesp

Proposta de 3% apresentada pela empresa foi rejeitada na mesa. Nova rodada está marcada para 2 de julho

Escrito por Débora Piloni, com informações da Secretaria Geral do Sinergia CUT 25 de junho de 2026
Compartilhe:
Autor da foto: Bira Dantas

Aconteceu, na última quarta-feira (24), a primeira rodada de negociação da Campanha Salarial 2026 entre representantes da Auren Cesp e dirigentes do Sinergia Campinas. A reunião foi realizada de forma virtual e marcou o início das negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Nesta primeira rodada, a empresa apresentou uma proposta muito aquém das expectativas da categoria e que sequer recompõe a inflação oficial do período, medida pelo IPCA (4,72%). Confira a proposta apresentada:

  • Reajuste de Salários, benefícios de alimentação, auxílio-creche e demais verbas econômicas: 3%

Além disso propôs:

  • Manutenção de 2 salários de transferência
  • Piso Salarial: R$ 2.719,20
  • Teto salarial: R$ 13.391,00
  • Para salários acima do teto: Parcela fixa de R$ 401,73

PROPOSTA REJEITADA

O Sindicato registrou sua insatisfação com a proposta apresentada, pois:

  • O índice de 3% está abaixo dos índices inflacionários e não garante sequer a recomposição do poder de compra, além de estar muito aquém da realidade econômica do grupo.

Os dirigentes também destacaram que a Auren é uma empresa sólida, em expansão e com forte perspectiva de crescimento, cenário que reforça a necessidade de valorização dos trabalhadores. Por fim, reforçaram as principais reivindicações da categoria, que são:

  • Reposição integral da inflação
  • Aumento real de 3%
  • 13º ticket alimentação
  • Ampliação da PPR
  • Avanços no plano de cargos e salários
  • Valorização dos trabalhadores

A próxima rodada de negociação já está marcada para o dia 2 de julho, às 15h30, quando o Sindicato espera que a empresa apresente avanços e uma proposta que reconheça efetivamente a contribuição dos trabalhadores para os resultados da Auren Cesp.

Pela vida e por mais renda. A luta é agora!

 

Compartilhe: