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Auren Operações: Práticas Sombrias!

Situação na empresa retrata o significado histórico do capitão do mato: “Eram contratados ou nomeados pelas câmaras municipais para manter a ordem no campo e reprimir as fugas”

Escrito por : Lílian Parise, com informações da Secretaria Geral do Sinergia CUT 5 de outubro de 2026
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Autor da foto: Reprodução

Não é de hoje que trabalhadores e trabalhadoras da Auren Operações têm vivido tempos sombrios. Desde novembro de 2024, o Sinergia CUT denuncia demissões em massa, reestruturação, assédios morais, precarização nas informações e nas condições de trabalho, entre outros problemas.

Todas essas situações já foram denunciadas também aos órgãos competentes, conforme já informado em matérias publicadas no site e nas redes sociais do Sinergia CUT. “Porém, as práticas não param de acontecer. São trabalhadores e trabalhadoras sendo obrigados a laborar fora do horário de expediente, usar celular particular para o trabalho, com alterações em locais e formas de trabalho sem ouvir quem realmente está envolvido nesses processos, imputação de carga de trabalho e ameaças de demissões”, afirma a direção do Sindicato.

E completa que “o pior é que, para além dessas práticas, existem os que querem ser mais realistas do que o rei. Agora a empresa abriu uma lista de demissões futuras, ou seja, nenhum respeito ao profissional, configurando mais uma prática de abuso de poder e assédio moral”.

Toda essa situação leva a uma reflexão do filósofo francês Gilles Deleuze, que diz: “O poder precisa de tristeza, porque pessoas tristes perdem a força e a vontade de reagir, tornando-se fáceis de dominar. Um corpo sem energia e sem esperança aceita ordens e regras sem questionar”.

A direção do Sinergia CUT completa o pensamento do filósofo francês: “Os trabalhadores nessas condições ficam vulneráveis e serão presas fáceis em processos de demissões”.

“Temos bons motivos para o Sindicato elaborar um dossiê com todos esses absurdos para subsidiar um possível processo judicial e para entregar à Comissão de Trabalho Decente do Ministério do Trabalho e Emprego”, conclui o Sindicato. Aguarde novas informações! 

Pela vida e por mais renda. A luta é agora!

 

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