Estudo

Dieese: Balanço das greves do primeiro semestre de 2026

Na esfera privada, as greves relatam atrasos no pagamento dos vencimentos (salários, 13º, férias, tíquetes), além das irregularidades no repasse do FGTS e no pagamento das verbas rescisórias aos trabalhadores demitidos

Escrito por Dieese 30 de outubro de 2026
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Autor da foto: Reprodução/Site Dieese

O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresenta, neste estudo, um panorama das greves ocorridas no Brasil no primeiro semestre de 2026, com a identificação de suas principais características.

Os dados analisados foram extraídos do Sistema de Acompanhamento de Greves (SAG-Dieese), que reúne informações sobre as mobilizações realizadas pelos trabalhadores brasileiros desde 1978 e conta, atualmente, com mais de 45 mil registros. As informações do SAG-Dieese são obtidas por meio de notícias veiculadas em jornais impressos e eletrônicos da grande mídia e da imprensa sindical.

Em comparação com o primeiro semestre do ano anterior, o número de greves deste primeiro semestre de 2026 decresceu de 546 para 471 (-14%). Nas empresas estatais, a queda no número das mobilizações foi a mais acentuada: de 34 para 17 (-50%). Nas empresas privadas, passou de 290 para 245 (-16%) e, no funcionalismo público, de 221 para 208 (-6%). As greves na esfera privada continuam a predominar, ainda que de modo pouco pronunciado, sobre aquelas da esfera pública.

Confira aqui o estudo na íntegra.

 

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