Mês das Mulheres

Coletivo de Mulheres do Sinergia CUT entrega carta à ministra Márcia Lopes, em Campinas

Atividade na Câmara reforçou o compromisso do Coletivo com o Pacto Nacional “Todos por Todas”  no combate ao feminicídio

Escrito por Débora Piloni, com informações do Coletivo de Mulheres do Sinergia CUT 19 de março de 2026
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Autor da foto: Sinergia CUT

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, esteve na região de Campinas nesta quarta-feira (18), cumprindo agenda com foco nas políticas públicas para as mulheres, com destaque para a audiência pública realizada na Câmara Municipal de Campinas.

Durante a atividade, o Coletivo de Mulheres do Sinergia CUT entregou à ministra uma carta com as ações desenvolvidas pelo Sindicato e reafirmou o compromisso com o “Pacto Nacional Todos por Todas”, iniciativa do governo federal de enfrentamento ao feminicídio, que foi lançado em fevereiro deste ano de 2026.

O documento destaca o trabalho do Coletivo na organização das mulheres, na formação de lideranças, na luta por igualdade de direitos e no combate à violência, além da participação em espaços de construção de políticas públicas.

A coordenadora do Coletivo de Mulheres do Sinergia CUT, Rosana Gazzolla, ressaltou a importância do momento:

“Hoje o Coletivo de Mulheres do Sinergia CUT entregou à ministra Márcia Lopes, aqui na Câmara de Campinas, esta carta com nossas ações e assumiu o compromisso com o Pacto Nacional ‘Todos por Todas’, que é fundamental na luta contra o feminicídio e na defesa da vida das mulheres.”

A audiência reuniu mulheres do campo democrático e popular, movimentos sociais e dirigentes sindicais, fortalecendo o diálogo e a construção de ações concretas. Entre os pontos destacados estão a necessidade de agilizar medidas protetivas, fortalecer as redes de enfrentamento à violência e ampliar ações educativas.

A atividade faz parte da agenda do mês de luta das mulheres, que tem promovido debates e mobilizações em todo o país, como a roda de conversa organizada pelo próprio Coletivo, e o FormaSin Mulher que vem fortalecendo a reflexão e a organização das trabalhadoras e dos trabalhadores.

Nenhuma a menos!

Parem de nos matar!

 

 

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